Archive for Fevereiro, 2011

Agora você faz a solicitação de Malote entre Bibliotecas pela Internet!

22 Fevereiro 2011

Atendendo sugestões dos alunos, a solicitação de  Malote entre Bibliotecas passa a ser feita pela Internet e não mais de forma presencial.  

O serviço de Malote  possibilita a solicitação de livros que não têm exemplares disponíveis no Campus onde o usuário normalmente frequenta.

Saiba como proceder!

O Atendimento Telefônico da Biblioteca agora funciona aos sábados à tarde

22 Fevereiro 2011
 
 
A partir do dia 26 de fevereiro de 2011, o atendimento que nos sábados era realizado até as 14:00, será oferecido até as 17:00. 
 
 
 
 
 

Esta é mais uma melhoria que a biblioteca faz para atender sugestões dos acadêmicos.
 
 
O principal objetivo do Atendimento Telefônico é realizar renovações de empréstimos de forma não presencial.
 
Saiba como proceder para fazer a renovação de materiais por telefone.

 

 
 
 
Central de Atendimento por Telefone
Tel.: (51) 3586-8927

Acervo de arqueólogo gaúcho doado à Biblioteca da Feevale já pode ser consultado

21 Fevereiro 2011

Entre os meses de dezembro a janeiro, foi noticiada em diversos meios de comunicação, a doação do acervo do arqueólogo gaúcho Dr. Pedro Augusto Mentz Ribeiro para a Biblioteca da Feevale.

Como anunciado, a partir do dia 21 de fevereiro, a consulta ao acervo já pode ser realizada, mediante agendamento. Os interessados podem encaminhar e-mail para referencia@feevale.br ou Tel. (51) 3856-8802.

Confira os títulos já catalogados!

Saiba mais sobre o professor Pedro Mentz Ribeiro
 
Pedro Augusto Mentz Ribeiro nasceu em São Leopoldo, em 1937. Foi professor de Arqueologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Santa Cruz do Sul e, como membro desta instituição, participou de congressos no Brasil e exterior (Uruguai, Peru, Argentina, Equador e Inglaterra). Fundou o Centro de Ensino e Pesquisas Arqueológicas em 1974, publicando periodicamente a Revista do Cepa. Foi membro da Associação dos Pesquisadores do Estado do Rio Grande do Sul; da Sociedade Brasileira de Geologia; da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência; da Sociedade Brasileira de Estatística e da Sociedade Argentina de Antropologia. Participou ativamente na Sociedade de Arqueologia Brasileira, SAB, onde foi Secretário e eleito presidente na gestão de 1997-1999. Fez levantamentos e pesquisas sistemáticas em diversas regiões do Estado e do país. Suas pesquisas contribuíram com informações para a tradição Tupiguarani, Taquara, Vieira, Humaitá e Umbu, bem como suas pesquisas sobre petroglifos no Rio Grande do Sul.

Alguns links com reportagens sobre a doação!

33 Razões para que as bibliotecas continuem sendo importantes na era digital

15 Fevereiro 2011

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Razão 15.

O Google Book Search “não funciona” 

Se a indexação ao estilo do Google para os livros de todo o mundo espelhasse o bem conhecido serviço de busca da empresa, isto valeria como um forte argumento contra a manutenção das bibliotecas. Afinal, o Google tem uma grande tecnologia para pesquisar na web, certo? Nós não poderíamos simplesmente ignorar as bibliotecas? 

Mas os especialistas lembram que o Google Book Search está longe de garantir tais facilidades como é experienciado com o serviço de busca na internet da companhia. Os elevados ideais da informação-para-todos são impedidos não só por conta das ações judiciais, mas pelo próprio desejo do Google de ser o poderosos chefão. Eles não estão prestes a entregar o seu índice para os outros concorrentes, como a Microsoft, Yahoo, Amazon e outros projetos independentes de digitalização. O usuário perde por não ser capaz de acessar tudo através do seu serviço preferido de busca por livros digitalizados. Ao não conceder os arquivos digitais aos seus concorrentes, as empresas que assumem esta abordagem competitiva e corporativa em relação ao processo de digitalização, arriscam a sumirem do mapa, para bem longe da filosofia da biblioteca pública. Enquanto isso, as bibliotecas devem permanecer intactas e disponíveis ao público em geral. 

Razão 16.

Bibliotecas físicas podem se adaptar às mudanças culturais

A Comissão Nacional de Bibliotecas e Serviços de Informação dos Estados Unidos (NCLIS) é uma entre os muitos grupos que estudam e debatem a função das bibliotecas físicas na era digital. Em um simpósio da NCLIS, no ano de 2006, foi criado um relatório que clama por uma redefinição do que é o espaço físico da biblioteca. Menos como “depósitos”, foi uma das conclusões, e mais como uma junção de trabalho, aprendizado, ensino e novos tipos de programas. 


 

33 Razões para que as bibliotecas continuem sendo importantes na era digital

10 Fevereiro 2011

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Razão 13.

 

Como as empresas, as bibliotecas digitais ainda precisam de recursos humanos  

Mesmo as empresas online contam com suporte de qualidade para as melhores vendas e satisfação do cliente. A disponibilidade de e-mail, telefone e chat ao vivo melhoram a experiência de pessoas que procuram produtos e serviços. O mesmo vale para as pessoas que procuram informações. Em troca do pagamento de impostos ou taxas da biblioteca embutidos nas mensalidades da universidade, os membros da biblioteca devem esperar um confiável “suporte ao cliente” em troca de seus pagamentos. Os bibliotecários são de fato muito importantes no atendimento aos seus visitantes. E ainda hoje não há nenhum substituto equivalente para a biblioteca, que fornece acesso a montanhas de conteúdo que não está disponível através de motores de busca ou mesmo o Google
Books Search, que só oferece trechos e links para lojas onde os livros podem ser comprados. 

Razão 14.

Nós simplesmente não podemos contar com bibliotecas físicas desaparecendo  

Bibliotecas físicas nunca irão desaparecer. Mesmo que o Google Book Search pegue o ritmo e as bibliotecas financiem seus próprios projetos de  digitalização, o futuro do espaço físico das bibliotecas continua a ser necessário. Isso ocorre porque muitas bibliotecas ainda não estão digitalizando e muitas nunca poderão digitalizar. Há uma boa razão: este processo é caro. Numa estimativa baixa de 10 dólares por livro (e provavelmente muito mais para obras mais antigas, mais delicadas), digitalizar uma biblioteca inteira de, digamos, mais de 10.000 livros bem, é bastante caro. E para muitos usuários da biblioteca, eles ainda dependem da tradicional abordagem eficaz para localizar informações com computadores no local ou bibliotecários disponíveis para ajudá-los.

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33 Razões para que as bibliotecas continuem sendo importantes na era digital

4 Fevereiro 2011

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Razão 11.

O hype de repente é só hype

Os livros impressos não estão exatamente condenados, mesmo anos depois da invenção do e-book. Na verdade, ao se contrastar os méritos do e-book com os de um livro impresso, poderia-se argumentar que os livros em papel são de fato um produto melhor. Seria prematuro apagar as bibliotecas os seus livros grátis em função das previsões sobre a eminente proeminência dos e-books. A sociedade poderia perder um valioso acesso a um meio confiável – mesmo se os e-books vingarem.

Razão 12.

 O atendimento das bibliotecas não está fracassando – é apenas mais virtual agora

Com aproximadamente 50,000 visitantes por ano, a visitação aos Arquivos da História Americana (American History Archives) na Sociedade Histórica de Wisconsin (Wisconsin Historical Society) caiu 40% desde 1987. Essa estatística, quando colocada sozinha, pode se provar suficiente para qualquer pessoa que casualmente prevê o colapso das bibliotecas. Mas é apenas metade da história. Os arquivos também foram digitalizados e disponibilizados online. Todo ano a biblioteca recebe 85,000 visitantes únicos online. O número de escolas online oferecendo graduações online está constantemente aumentando também. Várias dessas escolas estão melhorando também suas bibliotecas virtuais.

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