Archive for Setembro, 2010

Personagens de Mauricio de Sousa no acervo da biblioteca

30 Setembro 2010

Você sabia que a biblioteca Livros Encantados, localizada no campus I da Feevale, incorporou ao seu acervo várias revistas em quadrinhos da Turma da Mônica, de autoria de Mauricio de Sousa?

Esses “gibis” foram doados por um aluno da Escola de Educação Básica Feevale – Escola de Aplicação que quis dividir com os usuários da biblioteca o prazer da leitura na companhia desses divertidos personagens.

A biblioteca Livros Encantados possibilita o empréstimo domiciliar dessas revistas aos seus usuários.

Boa leitura!

Clique aqui para conhecer um pouco mais da história do cartunista Mauricio de Sousa e da origem das revistas em quadrinhos Turma da Mônica.

Participação da Feevale em Curso de Bibliotecas Digitais

22 Setembro 2010

Entre os dias 15 a 17 de setembro, a Feevale, representada pela bibiotecária Sabrina Leal Araújo e  o analista de suporte a sistemas Claúdio Aurélio da Silva,  participou do Curso de Bibliotecas Digitais, na Univates em Lageado,  promovido pelo Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (Comung).

O evento reuniu bibliotecários e analistas das  universidades do RS, com o objetivo de capacitar profissionais de informação a conhecerem as principais tecnologias, metodologias e padrões referentes a bibliotecas digitais. O curso abordou a implementação de novas ferramentas e fomentou parcerias entre as universidades.

Leia a reportagem na íntegra.

33 Razões para que as bibliotecas continuem sendo importantes na era digital

14 Setembro 2010

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Razão 7.

Na verdade, digitalização significa sobrevivência

Daniel Greenstein da Universidade da Califórnia cita uma razão prática para a digitalização de livros: em formato eletrônico os livros não estão vulneráveis aos disastres naturais ou à “pulverização” causada pelo tempo. Ele ainda cita a destruição de bibliotecas pelo furacão Katrina como um importante lembrete da vulnerabilidade da “memória cultural”.

Razão 8.

A digitalização levará algum tempo. Um bom tempo.

Enquanto a digitalização desenvolveu um ar de movimento incessante rapidamente acabando com as paredes das bibliotecas e expondo tesouros intocados, ela está bastante longe de alcançar seu objetivo. Com um número estimado de 100 milhões de livros impressos desde a invenção da imprensa, o processo dificilmente fez progresso. Digitalizar é caro e complicado, e até então o milhão de livros digitalizados do Google é apenas uma gota no oceano. “A maior parte da informação”, diz Jens Redmer, o diretor europeu do Google Book Search, “está fora da internet”.

Mas quanto tempo levará para indexar o conhecimento do mundo todo? Em 2002, Larry Page disse que o Google poderia digitalizar aproximadamente sete milhões de livros em seis anos. Desde 2004 o Google Book Search tem lidado com uma série de encaixes e começos. Em 2007, eles conseguiram indexar um milhão de livros. Então, numa média de aproximadamente meio milhão de livros por ano, digitalizar 100 milhões de livros levaria cerca de 200 anos. Assumindo que o Google saberia lidar com os desafios logísticos e legais e finalizasse 7 milhões de livros a cada 6 anos, o ano mais aproximado do término ainda seria 2092. No meio tempo, uma base usuária mais ampla se apoiará em bibliotecas, ou coleções online do que já foi digitalizado. Jogar fora bibliotecas físicas antes da digitalização ser completa deixaria os clientes da biblioteca no limbo.

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Livros eletrônicos – acesso temporário gratuito

13 Setembro 2010
 
Biblioteca Virtual Universitária 2.0
 
Link de Acesso: http://aulaaberta.bvirtual.com.br
Login: 205650
Senha: 724270
Validade do acesso gratuito: 09/10/2010
 
O primeiro e único acervo eletrônico de livros-texto, com obras totalmente em Português e leitura total disponível pela Internet.
Disponibiliza acesso a 1205 títulos das editoras Artmed, Contexto, IBPEX, Manole e Pearson.
 
Acesse, teste e deixe seu comentário sobre a Biblioteca Virtulal neste Blog!

Jornal do Brasil somente via internet

13 Setembro 2010
O Jornal do Brasil, um dos mais tradicionais do país, deixou de circular na versão impressa no dia 31/08. Agora ele só poderá ser lido na internet.
 
 
Professor da Feevale participou de programa sobre este tema na TV Assembléia. Confira o vídeo! 
 
TV Assembléia:
  
Tema: O fim da edição impressa do Jornal do Brasil / convidados: Jornalista Carlos Bastos, professor Marcos Santuário, FEEVALE, professor Jaques A. Wainberg, PUCRS.
 
Assista também:  Bom dia Brasil da Rede Globo
Título: Fim da edição impressa do JB encerra uma época importante no jornalismo / comentários: Miriam Leitão
 
Link para o jornal online : www.jb.online.terra.com.br
 
 
 

“Instant Search” turbina as buscas no Google

10 Setembro 2010

Serviço começa a mostrar resultados antes de o usuário terminar de digitar os termos de busca.

O CEO da Google, Eric Schmidt, enviou uma mensagem pelo Twitter com o seguinte dizer: “I predict big things happening today at Google. We’re already fast… Fast and about to get faster.” Ou seja: “Vejo grande mudanças no Google hoje. Se já somos rápidos, seremos mais rápidos ainda” – em tradução livre do inglês.

Isso foi pouco antes do evento sobre search (buscas na internet) entrar no ar no canal do Google no Youtube

O que segue é uma apresentação de alguns dados sobre a dinâmica de uma busca:

Para digitar o termo, as pessoas levam em média 9 segundos. A esse tempo seguem 300 ms de busca nos bancos de dados do Google, e outros 7 para o usuário escolher o link apresentado.

Marissa Mayer, executiva do Google, informa que é exatemente esse tempo que queremos diminuir e faz uma apresentação do que quer dizer com menos tempo e mais informação:

Ela digita no campo de buscas as inicias SFM, de San Francisco Modern Museum of Arts. Assim que as iniciais são expostas, o buscador abre uma página com resultados exatamente do museu. Sem deixar a página, Marissa continua a inserir dados no campo de busca. 

Ela quer digitar woman (mulher, em inglês), pois a executiva está buscando informações sobre um quadro chamado “Woman with Hat”. Enquanto escrever Wom, a página de resultados é modificada e passa a exibir resultados incluindo SFM e woman, nos snippets (informações abaixo dos links exibidos) mostrados, é exibida a informação de que o quadro, de Matisse, está em exposição no SFM.

Se essa busca tivesse de ser feita da forma tradicional, informando o nome do museu, o usuário seria levado a visitar a página da instituição e, a partir de lá, procurar pela obra.

Um detalhe: palavras consideradas sexualmente ofensivas (“X-rated”), como palavrões e as que sugerem crimes sexuais, não geram resultados de busca.

Os browsers que oferecem suporte ao Instant Search são o Google Chrome, o FireFox, o Safari e a versão 8 do IE.

O recurso Instant Search deverá ser passado para a palataforma mobile também, uma vez que as buscas e a digitação em dispositivos móveis são mais difíceis.

Durante a apresentação, um contador marcava a quantidade de horas economizadas assumindo que todo mundo estaria usando o recurso. Em menos de uma hora, o relógio marcava 36 mil horas economizadas em buscas na web.

Nas próximas semanas, esse recurso estará disponível para usuários da Alemanha, Itália, Rússia, Reino Unido e França, além dos EUA.

Fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/09/08/instant-search-turbina-as-buscas-no-google/ 

33 Razões para que as bibliotecas continuem sendo importantes na era digital

6 Setembro 2010

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Razão 5.

Bibliotecas escolares e bibliotecários melhoram as pontuações médias dos estudantes em testes


Um estudo de 2005 das Bibliotecas Escolares do Illinois mostra que os estudantes que visitam frequentemente bibliotecas escolares com acervos bem abastecidos e com boa equipe terminam com pontuações mais altas em testes ACT e um melhor desempenho em exames de leitura e escrita.
Interessantemente, o estudo aponta que a tecnologia de acesso digital desempenha um papel importante nos resultados dos testes, observando que “escolas com computadores que se conectam aos catálogos de bibliotecas e bases de dados obtêm uma média de 6,2% de melhora nas pontuações de testes ACT”

Razão 6. 

Digitalização não significa destruição

A avidez com que as bibliotecas investiram na parceria com o Google Book Search não é o trabalho de uma mentalidade impulsiva. Bibliotecas incluindo a Universidade de Oxford, da Universidade de Michigan, Harvard, da Universidade Complutense de Madri, a Biblioteca Pública de Nova York, a Universidade do Texas, da Universidade da Califórnia e muitos outros se uniram ao projeto do Google, em vez de evitá-lo. Na abertura de seus acervos, essas bibliotecas terão todos os seus livros eletronicamente disponíveis para seus usuários. Embora se possa esperar que livros sem direitos autorais, que em muitas ocasiões são totalmente disponíveis ao público, os materiais protegidos por direitos autorais – incluindo assinaturas de periódicos – ainda serão mantidos sob acesso restrito. A razão para isto é, em parte, porque as cláusulas indenizatórias do Google Book Search não chegam muito longe; o Google Book Search não isenta as bibliotecas de qualquer responsabilidade que possa incorrer caso elas ultrapassem os limites do direito autoral. E há uma causa real para esta cautela – o Google Book Search está enfrentando atualmente dois processos importantes de autores e editores

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