Archive for Agosto, 2009

Acesse as Normas ABNT em formato digital

28 Agosto 2009

Biblioteca conta agora com coleção de Normas ABNT com texto completo em formato digital.

Atualmente a coleção possui 65 normas, incluindo as do Comitê 14 – Informação e Documentação que englobam as normas para apresentação de trabalhos científicos, como as de Referências Bibliográficas e Citação.

Além do acesso ao texto das 65 normas, é possível pesquisar no Catálogo completo da ABNT e conhecer as normas que tratam de diversas áreas do conhecimento.

Como acessar?

O acesso é possível em qualquer computador dos Laboratórios das Bibliotecas dos Campi I e II. Entre em Acesso ao Usuário, disponível no Site da Biblioteca e no Sistema Pergamum, e após na opção Base de Dados, neste caminho, encontre a opção Normas Técnicas e você terá as informações do link, login e senha para acesso.

Para mais informações, entre em contato com o Serviço de Orientação ao Usuário da Biblioteca, pelo telefone (51) 3586-8802, ramal 9032 ou pelo e-mail referencia@feevale.br.

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Documentário da Escola de Aplicação é premiado em festival de cinema

27 Agosto 2009

O documentário “Comer o menos possível”, produzido pelos alunos do Ensino Médio da Escola de Aplicação da Feevale arrebatou o prêmio Melhor Documentário no Festival de Cinema Estudantil de Flores da Cunha, no último sábado dia 22.

Esse documentário faz parte do Projeto Outros Olhares coordenado pela professora Elizabeth Lehmann que recebe a premiação como um reconhecimento e um estímulo para alunos e professores da Escola.

O referido documentário, assim como todos os outros que compõem o Projeto Outros Olhares, fazem parte do acervo do Sistema de Bibliotecas da Feevale.

Para saber mais, clique aqui.

Tese que recebeu prêmio internacional está disponível para consulta na Biblioteca do Campus I

24 Agosto 2009

A professora Marília Andrade Torales, da Feevale, recebeu recentemente o Prêmio Extraordinário de Doutorado, pela Universidade de Santiago de Compostela, na Espanha, pela defesa da tese intitulada “A práxis da educação ambiental como processo de decisão pedagógica: um estudo biográfico com professoras de Educação Infantil no Brasil e na Espanha“.

O prêmio é concedido anualmente para as melhores pesquisas de doutorado defendidas em diversas áreas de conhecimento, e além do valor da premiação, a pesquisadora recebeu uma certificação extra em seu título de doutorado, atestando o recebimento do Prêmio Extraordinário de Doutoramento.

Segundo Marília, essa conquista tem um significado importante, pois sua tese foi a primeira a ser defendida no Programa Interuniversitário em Educação Ambiental e esse prêmio dificilmente é dado a estrangeiros na Espanha.
 
Saiba mais: a pesquisa está disponível, para consulta, na biblioteca do Campus I da Feevale.

Brasileiro não gosta de ler?

17 Agosto 2009

A meninada precisa ser seduzida. Ler pode ser divertido
e interessante, pode entusiasmar, distrair e dar prazer

Lya Luft

Não é a primeira vez que falo nesse assunto, o da quantidade assustadora de analfabetos deste nosso Brasil. Não sei bem a cifra oficial, e não acredito muito em cifras oficiais. Primeiro, precisa ser esclarecida a questão do que é analfabetismo. E, para mim, alfabetizado não é quem assina o nome, talvez embaixo de um documento, mas quem assina um documento que conseguiu ler e… entender. A imensa maioria dos ditos meramente alfabetizados não está nessa lista, portanto são analfabetos – um dado melancólico para qualquer país civilizado. Nem sempre um povo leitor interessa a um governo (falo de algum país ficcional), pois quem lê é informado, e vai votar com relativa lucidez. Ler e escrever faz parte de ser gente.

Sempre fui de muito ler, não por virtude, mas porque em nossa casa livro era um objeto cotidiano, como o pão e o leite. Lembro de minhas avós de livro na mão quando não estavam lidando na casa. Minha cama de menina e mocinha era embutida em prateleiras. Criança insone, meu conforto nas noites intermináveis era acender o abajur, estender a mão, e ali estavam os meus amigos. Algumas vezes acordei minha mãe esquecendo a hora e dando risadas com a boneca Emília, de Monteiro Lobato, meu ídolo em criança: fazia mil artes e todo mundo achava graça.

E a escola não conseguiu estragar esse meu amor pelas histórias e pelas palavras. Digo isso com um pouco de ironia, mas sem nenhuma depreciação ao excelente colégio onde estudei, quando criança e adolescente, que muito me preparou para o mundo maior que eu conheceria saindo de minha cidadezinha aos 18 anos. Falo da impropriedade, que talvez exista até hoje (e que não era culpa das escolas, mas dos programas educacionais), de fazer adolescentes ler os clássicos brasileiros, os românticos, seja o que for, quando eles ainda nem têm o prazer da leitura. Qualquer menino ou menina se assusta ao ler Macedo, Alencar e outros: vai achar enfadonho, não vai entender, não vai se entusiasmar. Para mim esses programas cometem um pecado básico e fatal, afastando da leitura estudantes ainda imaturos.

Como ler é um hábito raro entre nós, e a meninada chega ao colégio achando livro uma coisa quase esquisita, e leitura uma chatice, talvez ela precise ser seduzida: percebendo que ler pode ser divertido, interessante, pode entusiasmar, distrair, dar prazer. Eu sugiro crônicas, pois temos grandes cronistas no Brasil, a começar por Rubem Braga e Paulo Mendes Campos, além dos vivos como Verissimo e outros tantos. Além disso, cada um deve descobrir o que gosta de ler, e vai gostar, talvez, pela vida afora. Não é preciso que todos amem os clássicos nem apreciem romance ou poesia. Há quem goste de ler sobre esportes, explorações, viagens, astronáutica ou astronomia, história, artes, computação, seja o que for.

O que é preciso é ler. Revista serve, jornal é ótimo, qualquer coisa que nos faça exercitar esse órgão tão esquecido: o cérebro. Lendo a gente aprende até sem sentir, cresce, fica mais poderoso e mais forte como indivíduo, mais integrado no mundo, mais curioso, mais ligado. Mas para isso é preciso, primeiro, alfabetizar-se, e não só lá pelo ensino médio, como ainda ocorre. Os primeiros anos são fundamentais não apenas por serem os primeiros, mas por construírem a base do que seremos, faremos e aprenderemos depois. Ali nasce a atitude em relação ao nosso lugar no mundo, escolhas pessoais e profissionais, pela vida afora. Por isso, esses primeiros anos, em que se aprende a ler e a escrever, deviam ser estimulantes, firmes, fortes e eficientes (não perversamente severos). Já se faz um grande trabalho de leitura em muitas escolas. Mas, naquelas em que com 9 ou 10 anos o aluno ainda não usa com naturalidade a língua materna, pouco se pode esperar. E não há como se queixar depois, com a eterna reclamação de que brasileiro não gosta de ler: essa porta nem lhe foi aberta.

Fonte: Veja

b-on: Biblioteca do Conhecimento Online

5 Agosto 2009

 A Biblioteca do Conhecimento Online (b-on) disponibiliza o acesso ilimitado e permanente nas instituições de investigação e do ensino superior aos textos integrais de mais de 16.750 publicações científicas internacionais de 16 editoras, através de assinaturas negociadas a nível nacional com essas editoras.

Biblioteca solidária reúne grandes autores

3 Agosto 2009

Livros, autores e leitores. Uma relação que começa na primeira infância e forma novos amantes da arte de construir histórias com palavras. O acervo da Biblioteca Solidária tem 13 mil títulos.

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1068494-7823-BIBLIOTECA+SOLIDARIA+REUNE+GRANDES+AUTORES,00.html

Entrevista com Inácio de Loyola Brandão no Programa Ação da Rede Globo transmitido no dia 27/06/2009.